Outro dia, ao efeito de sentimentos, brisei o tempo.
O tempo para e parece passar muita coisa naquele instante, quando voltamos ao real vemos que o tempo quase não passou e foi tudo arte do cérebro.
Fico pensando se o não conseguimos fazer isso na hora que queremos, pensar em várias coisas ver o tempo passar mais devagar, sentir como passa... tive a impressão de ver os slides de um filme, como se conseguisse vagarosamente ver os slides subliminares.
Coisas que a sobriedade não nos permite ver.
Fico pensando no tempo de ser jovem, que passa tão rápido, como fazê-lo passar mais devagar...
para dar saudades quando passar. Para não querer voltar atrás e por não ter feito nada.
Então experimento com responsabilidade e vida, podendo curtir os momentos felizes, chorar os tristes, rir dos idiotas, dormir nos cansativos (ultimamente ando com sono...)
Faz sentido a vida jovem, apelar para drogas e outras coisas, mas sempre sabendo a hora de voltar. Voltar pra razão de uma sociedade que nos prende.
Voa longe, foge, deseja algo que não seja o agora, nem o futuro nem o passado, deseja algo diferente do real.
Sai da sala, quarto ou ônibus, foge ao suplício de alegrias já conquistadas, alegrias que ainda virão.
Surrealiza o agora, inconscientimente presta atenção ao real, vivendo a intensidade do pensamento que passa na sua mente.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Distâcia próxima
Porque a rotina estraga algumas coisas.
Quando a rotina está embolorando os relacionamentos, as suas vontades, afaste o que pode, pense de fora, saia, respire novos ares. Fique longe até sentir saudades, que então quando voltares à rotina, sim, ela será aquele abraço acolhedor, que aceita você e te da colo, como um colo de mãe, mas é o colo da vida. Se não sentir saudades, MUDE, mude para o diferente, o inesperado, não volte ao que não faz bem ao seu eu.
Se você já o conhece é mais fácil, mas sempre descobrimos detalhes inesperados, por isso sempre estamos mudando, indo para longe, testando coisas novas, mesmo que sejam coisas pequenas. Mudamos.
Caimos, levantamos, temos nossos dias de glória e de derrota, VIVEMOS.
Tire dias pra tristeza, chore, desespere-se, mas supere!
Acorde mais leve, resolva os problemas, encare-os. Converse com um amigo ou até dois, um desconhecido, beba Piñas coladas, vá a um show inusitado, divirta-se use BOBs de cabelo, lance alguma coisa nova, mesmo que para você mesma, se olhe no espelho pinte a pele, faça penteados novos, maquiagens, flexões, o que te faz sentir melhor.
Essas coisas excitantes e estranhas, mas que gostamos! MUITO e nem todo entendem.
Ande na rua e de saltos, faça mímicas, ruidos alegres...
Apesar de hábitos, também são distância que criamos, distâncias da nossa rotina, distâncias essa que nos aproximam do que sempre vivemos. Passamos a compartilhar mais, saber olhar o que vivemos com outros olhos, tomar atitudes diferentes das de quando estamos preso nela.
olhamos as coisas como outra aparência.
É como a cena de um aeroporto, todos voltando para alguém, sorrisos, abraços carinhosos, céus como sobrevivi longe disso? Como fiquei tanto tempo assim longe?
O trem que chega é o mesmo trem da partida. A distância faz bem, mas a hora de "partir" é tão dolorida que nem sempre temos coragem de embarcar. Mas quando embarcamos, ao retornar...
não sei, não sei descrever, são sentimentos que se vive e não dá para entender sem viver.
Quando a rotina está embolorando os relacionamentos, as suas vontades, afaste o que pode, pense de fora, saia, respire novos ares. Fique longe até sentir saudades, que então quando voltares à rotina, sim, ela será aquele abraço acolhedor, que aceita você e te da colo, como um colo de mãe, mas é o colo da vida. Se não sentir saudades, MUDE, mude para o diferente, o inesperado, não volte ao que não faz bem ao seu eu.
Se você já o conhece é mais fácil, mas sempre descobrimos detalhes inesperados, por isso sempre estamos mudando, indo para longe, testando coisas novas, mesmo que sejam coisas pequenas. Mudamos.
Caimos, levantamos, temos nossos dias de glória e de derrota, VIVEMOS.
Tire dias pra tristeza, chore, desespere-se, mas supere!
Acorde mais leve, resolva os problemas, encare-os. Converse com um amigo ou até dois, um desconhecido, beba Piñas coladas, vá a um show inusitado, divirta-se use BOBs de cabelo, lance alguma coisa nova, mesmo que para você mesma, se olhe no espelho pinte a pele, faça penteados novos, maquiagens, flexões, o que te faz sentir melhor.
Essas coisas excitantes e estranhas, mas que gostamos! MUITO e nem todo entendem.
Ande na rua e de saltos, faça mímicas, ruidos alegres...
Apesar de hábitos, também são distância que criamos, distâncias da nossa rotina, distâncias essa que nos aproximam do que sempre vivemos. Passamos a compartilhar mais, saber olhar o que vivemos com outros olhos, tomar atitudes diferentes das de quando estamos preso nela.
olhamos as coisas como outra aparência.
É como a cena de um aeroporto, todos voltando para alguém, sorrisos, abraços carinhosos, céus como sobrevivi longe disso? Como fiquei tanto tempo assim longe?
O trem que chega é o mesmo trem da partida. A distância faz bem, mas a hora de "partir" é tão dolorida que nem sempre temos coragem de embarcar. Mas quando embarcamos, ao retornar...
não sei, não sei descrever, são sentimentos que se vive e não dá para entender sem viver.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Tempo pra vida
As vezes, paramos e não vemos sentido na vida que levamos, na rotina que criamos, estamos deslocados dos nossos instintos, das nossa vontades, fora de nós mesmos.
Queremos correr o tempo pra chegar logo o momento esperado, mas temos a sensação que o tempo corre demais para tudo que temos que fazer. É um paradoxo.
E o pior é que a única coisa que de fato temos na vida é tempo, dinheiro é uma idéia, sentimentos são idéias, idéias essas que nos ocupam o tempo. O que fazer então, temos mas não temos tempo.
Ser Jovem é complicado. Amadurecer, crescer, mudar é complicado... Mais complicado do que me falaram.
Queremos uma intensidade de vida que não podemos dar agora. Ah responsabilidades, por que não largá-las e ir VIVER? sentir a intensidade de uma estrada, todos os efeitos de sentimentos, alucinações, surrealidade, sair dessa vida que a sociedade nos coloca e nós compramos. O que nos prende?
Crises!!! Temos esse direito, de termos crises para, de fato, não largar tudo e voltar sabe-se lá quando.
Oh vida, oh azar, CÉUS! será que tudo dará certo?
haha
Deixo a pergunta, porque não sei se já quero ouvir a resposta, mas com certeza eu almejo chegar na terceira idade, olhar para as aventuras, os amores, os trabalhos, as chateações, os amigos, as estradas corridas e dizer:
"valeu a pena e eu não mudaria nada".
Queremos correr o tempo pra chegar logo o momento esperado, mas temos a sensação que o tempo corre demais para tudo que temos que fazer. É um paradoxo.
E o pior é que a única coisa que de fato temos na vida é tempo, dinheiro é uma idéia, sentimentos são idéias, idéias essas que nos ocupam o tempo. O que fazer então, temos mas não temos tempo.
Ser Jovem é complicado. Amadurecer, crescer, mudar é complicado... Mais complicado do que me falaram.
Queremos uma intensidade de vida que não podemos dar agora. Ah responsabilidades, por que não largá-las e ir VIVER? sentir a intensidade de uma estrada, todos os efeitos de sentimentos, alucinações, surrealidade, sair dessa vida que a sociedade nos coloca e nós compramos. O que nos prende?
Crises!!! Temos esse direito, de termos crises para, de fato, não largar tudo e voltar sabe-se lá quando.
Oh vida, oh azar, CÉUS! será que tudo dará certo?
haha
Deixo a pergunta, porque não sei se já quero ouvir a resposta, mas com certeza eu almejo chegar na terceira idade, olhar para as aventuras, os amores, os trabalhos, as chateações, os amigos, as estradas corridas e dizer:
"valeu a pena e eu não mudaria nada".
terça-feira, 16 de setembro de 2008
começando pelo meio
Coisas que já feitas a tempos por muitos, publicado por poucos.
por isso não é um começo, mas um meio, afinal quando aprendemos a escrever já vivemos uns sete anos, até criar alguma coisa com um propósito despropositado são no mínimo quize, considerando que a parte que acontece mais mudanças e descobertas da vida vai até os trinta, então estamos no meio do meio... por isso começaremos isso pelo meio..
Não que isso nos impessa de remeter ao início, nem de imaginar um final. Mas, sim, começaremos pelo meio.
A vida passa e rápido, quando vemos já somos adultos e ela não pára, nem volta atrás.
Por isso, esse blog será de impulsos, momentâneos ou duradouros. Da mesma maneira que ele foi criado, um impulso achando que pode dar certo. Criando um espaço para criar, repassar, narrar, ocupar o tempo (quando sobrar).
Inicialmente escrito por um, com o tempo, talvez mais.
saudações leitores!
viva a brisa da vida
por isso não é um começo, mas um meio, afinal quando aprendemos a escrever já vivemos uns sete anos, até criar alguma coisa com um propósito despropositado são no mínimo quize, considerando que a parte que acontece mais mudanças e descobertas da vida vai até os trinta, então estamos no meio do meio... por isso começaremos isso pelo meio..
Não que isso nos impessa de remeter ao início, nem de imaginar um final. Mas, sim, começaremos pelo meio.
A vida passa e rápido, quando vemos já somos adultos e ela não pára, nem volta atrás.
Por isso, esse blog será de impulsos, momentâneos ou duradouros. Da mesma maneira que ele foi criado, um impulso achando que pode dar certo. Criando um espaço para criar, repassar, narrar, ocupar o tempo (quando sobrar).
Inicialmente escrito por um, com o tempo, talvez mais.
saudações leitores!
viva a brisa da vida
Assinar:
Comentários (Atom)